Sanidade é saber da morte. Insanidade é não aceitá-la. Não enquanto fato, mas enquanto estrela. Nega-se ao fim, o propósito de ser.
Talvez minha grande renúncia à loucura seja fruto de um fascínio pela incerteza do que há depois de mim. Assim, finjo tolerância.
Como uma criança que encena dormir, esperando os pais saírem do quarto para continuar a brincadeira.

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