Será que você sonha como eu?
Sabe se lá o que passa por aí.
Aqui, penso muito sobre a minha poesia.
Fico nesse meu Delirar.
Acho profundas as reflexões de minha poça.
Me vejo dono da Sorte Lúcida: a consciência de mim.
Morro afogado sabendo que nunca aprendi a nadar.
Acordo ofegante dizendo:
Que loucura

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